Ágape, o sentido do amor perfeito
Gabriel Chalita
São João começa o Evangelho falando do Verbo, do princípio, quando não havia nada, mas havia Deus, Ele é Deus porque não tem começo e não tem fim, Ele é eterno. A Palavra é que fez com que o mundo fosse criado, esta Palavra também separa a luz das trevas.
O que é luz e o que é treva? Quando falamos "ágape", deste amor que nos plenifica, isso é luz. Quando falamos do nascimento de Jesus, de generosidade, de pessoas que são capazes de morrer para ajudar, acolher o seu irmão, quando falamos de amizade, de pessoas que são capazes de chorar e de sorrir junto com o outro, isso é luz. Um pai que é íntegro, cuida da sua família, filhos que amam os seus pais, os namorados que se respeitam, isso é luz. Essas são ações dos filhos da luz.
Por outro lado, quando não permitimos que a Palavra de Deus nos fortaleça, aí entram as trevas no nosso coração. Não temos compaixão do outro, não o respeitamos, então ficamos à margem daquilo que poderia ser bonito. Pessoas que matam, fofocam, caluniam, isso tudo também são trevas.
Não é o fato de sermos filhos da luz que fará com que sejamos sempre pessoas iluminadas, pois, muitas vezes, fazemos coisas que não gostaríamos de fazer porque não pensamos antes de fazê-las, erramos por causa da nossa falta de capacidade de saber ouvir, porque não aprendemos com Nossa Senhora a ouvir.
Muitas vezes, não percebemos que as nossas ações não são de filhos da luz, mas sim, de filhos das trevas, falamos e fazemos sem pensar e assim agimos. Deus convida a todos nós para sermos consagrados e agirmos como filhos da luz.
Nós nascemos para viver uma grande festa, somos imagem e semelhança de Deus, mas algo falta à nossa festa. "O que nos falta?" Precisamos perguntar. Em que eu preciso melhorar? O que está faltando na minha vida?
A relação do amor está relacionado com aquilo que eu posso fazer pelo meu irmão e o que ele pode fazer por mim. Mas sou eu quem tenho de mudar para fazer o outro mais feliz. A nossa tendência é sempre achar que o outro tem de mudar, mas somos nós que precisamos mudar.
Quantas pessoas mudam de vida quando encontram alguém que é luz. O convite do amor ágape é que nós possamos, no ambiente em que vivemos, tocar de tal forma no coração das pessoas que elas percebam que somos filhos da luz. Amor ágape é isso.
REFLEXÃO DO DIA
Em nossa vida enfrentamos muitas dificuldades, tribulações, incertezas,mas temos a certeza que em tudo isso somos mais que vencedores.por aquele que nos tras a vitória...
Caminhemos na certeza e na esperança de dias melhores, olhemos para a Cruz de Cristo lá onde encontramos nosso alento e nossa vitoria...Nunca deixe de lutar e nem desanime diante das dificuldades,pois querm nunca passou por elas?Qual servo que nunca sofreu calunias,humilhaçoes, insultos.?
Cristo morreu por cada um de nós, por isso quando nos encontrar em dificuldades e o sofrimento bater em nossa porta,abramos a ele e digamos seja bem vindo....(Luiz Benedito)
Caminhemos na certeza e na esperança de dias melhores, olhemos para a Cruz de Cristo lá onde encontramos nosso alento e nossa vitoria...Nunca deixe de lutar e nem desanime diante das dificuldades,pois querm nunca passou por elas?Qual servo que nunca sofreu calunias,humilhaçoes, insultos.?
Cristo morreu por cada um de nós, por isso quando nos encontrar em dificuldades e o sofrimento bater em nossa porta,abramos a ele e digamos seja bem vindo....(Luiz Benedito)
JUVENTUDE CATOLICA
DEZ CONSELHOS EM AFETIVIDADE E SEXUALIDADE PARA OS JOVENS
“Você é o resultado das suas escolhas”
1) Evite más companhias. Se você andar com maus elementos ficará dominado por eles. A Bíblia diz: “Retirai-vos do meio deles, não toqueis em coisas impuras” (II Co 6).
2) Evite o segundo olhar. Você não pode controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo, que se torna cobiça.
3) Discipline suas conversas. Evite piadas e histórias com sentido duvidoso. “As más conversações corrompem os bons costumes” (I Co 15:33)
4) Tenha cuidado com a maneira de vestir-se. Deve ser um assunto entre você e Deus as roupas que usa. Uma jovem recém-convertida falou: De agora em diante vou vestir-me como se Jesus fosse o meu acompanhante.
5) Escolha cuidadosamente os filmes e programas de televisão que assiste.
6) Tome cuidado com o que você lê. Muito da literatura contemporânea apela ao instinto sexual.
7) Esteja em guarda com respeito a seu tempo de folga. Davi tinha o tempo em suas mãos, viu Beteseba e caiu em complicações.
8) Faça uma regra de nunca se envolver em namoro pesado. Jovens cristãos deviam orar antes de cada encontro. A moça que tem Jesus Cristo em seu coração possui um poder sobrenatural para dizer “não” aos avanços de qualquer rapaz. E o rapaz que conhece Jesus Cristo tem poder para disciplinar sua vida.
9) Gaste muito tempo com as Escrituras. O salmista disse: “Guardo no meu coração a tua palavra para não pecar contra ti”. (Sl 119:11). Memorize versículos e quando a tentação chegar, cite-os. A palavra de Deus é a única coisa à qual satanás não pode se opor.
10) Tenha Jesus Cristo em seu coração e vida. Deus o ama e uma forte fé Nele tem guardado muitos homens e mulheres de cometer imoralidades (I Jo 2:14)
(autor BILLY GRAHAN)
Fonte: http://blog.cancaonova.com/ananeri/?p=6831
“Você é o resultado das suas escolhas”
1) Evite más companhias. Se você andar com maus elementos ficará dominado por eles. A Bíblia diz: “Retirai-vos do meio deles, não toqueis em coisas impuras” (II Co 6).
2) Evite o segundo olhar. Você não pode controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo, que se torna cobiça.
3) Discipline suas conversas. Evite piadas e histórias com sentido duvidoso. “As más conversações corrompem os bons costumes” (I Co 15:33)
4) Tenha cuidado com a maneira de vestir-se. Deve ser um assunto entre você e Deus as roupas que usa. Uma jovem recém-convertida falou: De agora em diante vou vestir-me como se Jesus fosse o meu acompanhante.
5) Escolha cuidadosamente os filmes e programas de televisão que assiste.
6) Tome cuidado com o que você lê. Muito da literatura contemporânea apela ao instinto sexual.
7) Esteja em guarda com respeito a seu tempo de folga. Davi tinha o tempo em suas mãos, viu Beteseba e caiu em complicações.
8) Faça uma regra de nunca se envolver em namoro pesado. Jovens cristãos deviam orar antes de cada encontro. A moça que tem Jesus Cristo em seu coração possui um poder sobrenatural para dizer “não” aos avanços de qualquer rapaz. E o rapaz que conhece Jesus Cristo tem poder para disciplinar sua vida.
9) Gaste muito tempo com as Escrituras. O salmista disse: “Guardo no meu coração a tua palavra para não pecar contra ti”. (Sl 119:11). Memorize versículos e quando a tentação chegar, cite-os. A palavra de Deus é a única coisa à qual satanás não pode se opor.
10) Tenha Jesus Cristo em seu coração e vida. Deus o ama e uma forte fé Nele tem guardado muitos homens e mulheres de cometer imoralidades (I Jo 2:14)
(autor BILLY GRAHAN)
Fonte: http://blog.cancaonova.com/ananeri/?p=6831
ESPIRITUALIDADE
Arcebispo aconselha o silêncio espiritual neste tempo de Advento
Nicole Melhado
Da Redação, com Vatican Information Service (Tradução de CN Notícias)
H2ONews"Dediquemos tempo ao Senhor que aguardamos neste Advento”, enfatiza Dom Claudio Maria Celli.O Presidente do Conselho Pontificio para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, aconselhou a busca pelo silêncio espiritual diante do turbilhão de informações que chega especialmente neste tempo de Advento. O conselho foi dado em uma mensagem enviada neste domingo, 12, especialmente aos comunicadores da América Latina, em ocasião da festividade da Beata Maria Virgem de Guadalupe.
O encontro com o Senhor, explica Dom Celli, há muitas faces. Desde o encontro pessoal, na solidão e no silêncio, ou de modo privilegiado na Celebração Liturgica e na vida famíliar, tudo é sempre comunicação.
O arcebispo convidou todos a viver um tempo e dar espaço ao silêncio durante esses dias de Advento, para escutar a voz de Jesus que fala ao coração. “Coloquemos uma barreira às inundações para conter esses ruídos que tantas vezes nos arrastam sem freios”, aconselha o Dom Celli enfatizando que no silêncio se escuta a voz de Deus, para assim portar da verdadeira Palavra.
“Talvez seja um conselho difícil de seguir neste momento de bombardeio de informação, de exigência pastoral, de conflitos nas famílias, nos nossos meios de comunicação e nas paróquias. Mas não devemos preparar, também, se possível, aquilo que comunicaremos nos rádios, jornais, programas televisivos e web sites?”, questiona Dom Celli.
Ele explica que não se pode oferecer nada de substancial, se a vida pessoal continua cheia de palavras repetidas, com pouco fundamento e pouco conteúdo. “Dediquemos tempo ao Senhor que aguardamos neste Advento”, enfatiza o arcebispo.
O presidente do Conselho Pontificio para as Comunicações Sociais salientou ainda que a missão continental que se esta desenvolvendo na América Latina enconraja muitas pessoas a tomar nova consciência do que significa ser discípulo de Jesus. “As Igrejas locais promovem tais missões com entusiasmo, recordando que ser discípulo significa ter vivido um autêntico encontro com Jesus”, destacou.
Dom Celli concluiu sua mensagem invocando a intercessão da Beata Maria Virgem de Guadalupe, Padroeira da comunicação da América Latina, para que Deus dê o dom do silêncio interior. “Para que Ele torne rentável nossas palavras, testemunhos, imagens e notas musicais que levam a Boa Nova”, pediu.
Siga o Canção Nova Notícias no twitter.com/cnnoticias
Nicole Melhado
Da Redação, com Vatican Information Service (Tradução de CN Notícias)
H2ONews"Dediquemos tempo ao Senhor que aguardamos neste Advento”, enfatiza Dom Claudio Maria Celli.O Presidente do Conselho Pontificio para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, aconselhou a busca pelo silêncio espiritual diante do turbilhão de informações que chega especialmente neste tempo de Advento. O conselho foi dado em uma mensagem enviada neste domingo, 12, especialmente aos comunicadores da América Latina, em ocasião da festividade da Beata Maria Virgem de Guadalupe.
O encontro com o Senhor, explica Dom Celli, há muitas faces. Desde o encontro pessoal, na solidão e no silêncio, ou de modo privilegiado na Celebração Liturgica e na vida famíliar, tudo é sempre comunicação.
O arcebispo convidou todos a viver um tempo e dar espaço ao silêncio durante esses dias de Advento, para escutar a voz de Jesus que fala ao coração. “Coloquemos uma barreira às inundações para conter esses ruídos que tantas vezes nos arrastam sem freios”, aconselha o Dom Celli enfatizando que no silêncio se escuta a voz de Deus, para assim portar da verdadeira Palavra.
“Talvez seja um conselho difícil de seguir neste momento de bombardeio de informação, de exigência pastoral, de conflitos nas famílias, nos nossos meios de comunicação e nas paróquias. Mas não devemos preparar, também, se possível, aquilo que comunicaremos nos rádios, jornais, programas televisivos e web sites?”, questiona Dom Celli.
Ele explica que não se pode oferecer nada de substancial, se a vida pessoal continua cheia de palavras repetidas, com pouco fundamento e pouco conteúdo. “Dediquemos tempo ao Senhor que aguardamos neste Advento”, enfatiza o arcebispo.
O presidente do Conselho Pontificio para as Comunicações Sociais salientou ainda que a missão continental que se esta desenvolvendo na América Latina enconraja muitas pessoas a tomar nova consciência do que significa ser discípulo de Jesus. “As Igrejas locais promovem tais missões com entusiasmo, recordando que ser discípulo significa ter vivido um autêntico encontro com Jesus”, destacou.
Dom Celli concluiu sua mensagem invocando a intercessão da Beata Maria Virgem de Guadalupe, Padroeira da comunicação da América Latina, para que Deus dê o dom do silêncio interior. “Para que Ele torne rentável nossas palavras, testemunhos, imagens e notas musicais que levam a Boa Nova”, pediu.
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SANTO DO DIA
SÃO JOÃO DA CRUZ
O santo deste dia é conhecido como Doutor Místico: São João da Cruz. Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. Seus pais, Gonçalo e Catarina, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco, João e Luís, sendo que este último morreu quando ainda era criança. Como João de Yepes (era este o seu nome de batismo) mostrou-se inclinado para os estudos, a mãe o envia para o Colégio da Doutrina. Em 1551, os padres jesuítas fundaram um colégio em Medina (centro comercial de Castela). Nele, esse grande santo estudou Ciências Humanas.
Com 21 anos, sentiu o chamado à vida religiosa e entrou na Ordem Carmelita, na qual pede o hábito. Nos tempos livres, gostava de visitar os doentes nos hospitais, servindo de enfermeiro. Chamar-se-á para o futuro João de Santa Maria. Devido ao talento e à virtude, depressa foi destinado para o colégio de Santo André, que a Ordem possui em Salamanca, ao lado da famosa Universidade. Ali, estudou Artes e Teologia. Foi neste colégio nomeado de "prefeito dos estudantes", o que indica o seu aproveitamento e a estima que os demais tinham por ele. Em 1567 foi ordenado sacerdote.
Desejando uma disciplina mais rígida, São João da Cruz quase saiu da Ordem para ir para os Cartuxos, mas, felizmente, encontrou-se com a reformadora dos Carmelos, Santa Teresa D'Ávila, que tinha recebido autorização para a reforma dos conventos masculinos. João, empenhado na reforma, conheceu o sofrimento, as perseguições e tantas outras resistências. Chegou a ficar nove meses preso num convento em Toledo, até que conseguiu escapar. São João da Cruz transformou, em Deus, todos as cruzes num meio de santificação para si e para os irmãos. Três coisas pediu e acabou recebendo de Deus: primeiro: força para trabalhar e sofrer muito; segundo: não sair deste mundo como superior de uma comunidade; e terceiro: morrer desprezado e escarnecido pelos homens.
Pregador, místico, escritor e poeta, esse grande santo da Igreja faleceu após uma penosíssima enfermidade, em 1591, com 49 anos de idade. Foi canonizado no ano de 1726 e, em 1926, o Papa Pio XI o declarou Doutor da Igreja. Escreveu obras bem conhecidas como: Subida do Monte Carmelo; Noite escura da alma (estas duas fazem parte de um todo, que ficou inacabado); Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas, o itinerário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens sob todos os aspectos. São João da Cruz é o Doutor Místico por antonomásia, da Igreja, o representante principal da sua mística no mundo, a figura mais ilustre da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi adotado como Patrono da Rádio, pois, quando pregava, a sua voz chegava muito longe.
São João da Cruz, rogai por nós!
O santo deste dia é conhecido como Doutor Místico: São João da Cruz. Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. Seus pais, Gonçalo e Catarina, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco, João e Luís, sendo que este último morreu quando ainda era criança. Como João de Yepes (era este o seu nome de batismo) mostrou-se inclinado para os estudos, a mãe o envia para o Colégio da Doutrina. Em 1551, os padres jesuítas fundaram um colégio em Medina (centro comercial de Castela). Nele, esse grande santo estudou Ciências Humanas.
Com 21 anos, sentiu o chamado à vida religiosa e entrou na Ordem Carmelita, na qual pede o hábito. Nos tempos livres, gostava de visitar os doentes nos hospitais, servindo de enfermeiro. Chamar-se-á para o futuro João de Santa Maria. Devido ao talento e à virtude, depressa foi destinado para o colégio de Santo André, que a Ordem possui em Salamanca, ao lado da famosa Universidade. Ali, estudou Artes e Teologia. Foi neste colégio nomeado de "prefeito dos estudantes", o que indica o seu aproveitamento e a estima que os demais tinham por ele. Em 1567 foi ordenado sacerdote.
Desejando uma disciplina mais rígida, São João da Cruz quase saiu da Ordem para ir para os Cartuxos, mas, felizmente, encontrou-se com a reformadora dos Carmelos, Santa Teresa D'Ávila, que tinha recebido autorização para a reforma dos conventos masculinos. João, empenhado na reforma, conheceu o sofrimento, as perseguições e tantas outras resistências. Chegou a ficar nove meses preso num convento em Toledo, até que conseguiu escapar. São João da Cruz transformou, em Deus, todos as cruzes num meio de santificação para si e para os irmãos. Três coisas pediu e acabou recebendo de Deus: primeiro: força para trabalhar e sofrer muito; segundo: não sair deste mundo como superior de uma comunidade; e terceiro: morrer desprezado e escarnecido pelos homens.
Pregador, místico, escritor e poeta, esse grande santo da Igreja faleceu após uma penosíssima enfermidade, em 1591, com 49 anos de idade. Foi canonizado no ano de 1726 e, em 1926, o Papa Pio XI o declarou Doutor da Igreja. Escreveu obras bem conhecidas como: Subida do Monte Carmelo; Noite escura da alma (estas duas fazem parte de um todo, que ficou inacabado); Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas, o itinerário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens sob todos os aspectos. São João da Cruz é o Doutor Místico por antonomásia, da Igreja, o representante principal da sua mística no mundo, a figura mais ilustre da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi adotado como Patrono da Rádio, pois, quando pregava, a sua voz chegava muito longe.
São João da Cruz, rogai por nós!
eliminar o motivo de sua tristeza
Os cristãos são o suave odor de Cristo
Em algumas situações específicas, em que duas pessoas eram condenadas à morte, os romanos costumavam aplicar uma pena extremamente cruel. Amarravam as duas pessoas uma à outra, rosto com rosto, braço com braço, mão com mão, perna com perna, e assim por diante; depois matavam apenas uma delas e as colocavam ambas no sepulcro, amarradas. À medida que o cadáver ia se decompondo, liberava substâncias que consumiam em vida o corpo daquela que com ele estava amarrada.
Dessa maneira, podemos entender melhor a que São Paulo aludia ao dizer: "Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?" (Rm 7,24). Ele não falava de seu corpo físico, mas do corpo do pecado ao qual estava amarrado.
Qual aquele condenado, não temos forças para nos livrar deste corpo de pecado que nos consome; estamos de tal maneira amarrados a ele que parecemos formar um só corpo, e não estamos amarrados por fora, mas por dentro, em nosso coração.
Precisamos de alguém que nos desamarre e nos livre desse corpo que nos mata e que nos faz apodrecer em vida.Os cristãos são o suave odor de Cristo, mas, quando se tem um corpo de pecado trancado no coração, o próprio coração se corrompe e começa a empestear, com o mau cheiro, o ar à sua volta. Dessa forma, em vez de ser causa de alegria e felicidade para si e para os outros, torna-se causa de sofrimento e infelicidade porque se afasta de Deus e entra em discórdia com as pessoas para defender interesses egoístas.
A verdade é que somos as primeiras vítimas desse mal; sentimo-nos tristes, abatidos e abandonados porque somos pecadores, porque, em nosso coração, vive uma lepra chamada pecado, que o insensibilizou à presença amorosa de Deus. E o pior é que não podemos fugir dele como se foge de uma pessoa desagradável; não podemos fugir, porque o pecado nos fala de dentro do nosso coração (cf. Sl 36,2), nós o levamos conosco para onde vamos.
Tenha certeza: o pecado é o motivo de sua tristeza, e só Jesus pode lhe devolver a alegria verdadeira. É necessário que Ele o liberte desse mal, mate essa lepra e mude seu coração corrompido em um novo coração. Toda pessoa que pensa ser impossível que seus pecados lhe sejam perdoados, entra em desespero e com o seu desespero torna o seu estado pior do que era antes. Então, tenha confiança em Deus!
Se você alguma vez já se sentiu perdido e, por causa de alguma coisa que fez, teve medo de cair no inferno, sentiu-se desolado e sem forças, se depois de repetidas lutas contra um mesmo pecado mais uma vez você foi vencido por ele e sentiu vontade de desistir, tenho uma ótima notícia para você: Só quem assim se sentiu pode experimentar o que é ser salvo pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!
.: Do livro: "Vencendo Aflições – Alcançando Milagres"
Márcio Mendes
marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros "Quando só Deus é a resposta" e "Vencendo aflições, alcançando milagres".
Em algumas situações específicas, em que duas pessoas eram condenadas à morte, os romanos costumavam aplicar uma pena extremamente cruel. Amarravam as duas pessoas uma à outra, rosto com rosto, braço com braço, mão com mão, perna com perna, e assim por diante; depois matavam apenas uma delas e as colocavam ambas no sepulcro, amarradas. À medida que o cadáver ia se decompondo, liberava substâncias que consumiam em vida o corpo daquela que com ele estava amarrada.
Dessa maneira, podemos entender melhor a que São Paulo aludia ao dizer: "Homem infeliz que sou! Quem me livrará deste corpo que me acarreta a morte?" (Rm 7,24). Ele não falava de seu corpo físico, mas do corpo do pecado ao qual estava amarrado.
Qual aquele condenado, não temos forças para nos livrar deste corpo de pecado que nos consome; estamos de tal maneira amarrados a ele que parecemos formar um só corpo, e não estamos amarrados por fora, mas por dentro, em nosso coração.
Precisamos de alguém que nos desamarre e nos livre desse corpo que nos mata e que nos faz apodrecer em vida.Os cristãos são o suave odor de Cristo, mas, quando se tem um corpo de pecado trancado no coração, o próprio coração se corrompe e começa a empestear, com o mau cheiro, o ar à sua volta. Dessa forma, em vez de ser causa de alegria e felicidade para si e para os outros, torna-se causa de sofrimento e infelicidade porque se afasta de Deus e entra em discórdia com as pessoas para defender interesses egoístas.
A verdade é que somos as primeiras vítimas desse mal; sentimo-nos tristes, abatidos e abandonados porque somos pecadores, porque, em nosso coração, vive uma lepra chamada pecado, que o insensibilizou à presença amorosa de Deus. E o pior é que não podemos fugir dele como se foge de uma pessoa desagradável; não podemos fugir, porque o pecado nos fala de dentro do nosso coração (cf. Sl 36,2), nós o levamos conosco para onde vamos.
Tenha certeza: o pecado é o motivo de sua tristeza, e só Jesus pode lhe devolver a alegria verdadeira. É necessário que Ele o liberte desse mal, mate essa lepra e mude seu coração corrompido em um novo coração. Toda pessoa que pensa ser impossível que seus pecados lhe sejam perdoados, entra em desespero e com o seu desespero torna o seu estado pior do que era antes. Então, tenha confiança em Deus!
Se você alguma vez já se sentiu perdido e, por causa de alguma coisa que fez, teve medo de cair no inferno, sentiu-se desolado e sem forças, se depois de repetidas lutas contra um mesmo pecado mais uma vez você foi vencido por ele e sentiu vontade de desistir, tenho uma ótima notícia para você: Só quem assim se sentiu pode experimentar o que é ser salvo pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, e este mesmo Jesus pode eliminar a sua tristeza na raiz!
.: Do livro: "Vencendo Aflições – Alcançando Milagres"
Márcio Mendes
marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros "Quando só Deus é a resposta" e "Vencendo aflições, alcançando milagres".
JUVENTUDE
Ser ouvido, mas não compreendido | |
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CARTA DE DOM BOSCO A JUVENTUDE
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ABORTO
Aborto não é aceito por maioria dos brasileiros, indica pesquisa
Leonardo Meira, com colaboração de Nicole Melhado
Da Redação, com informações da pesquisa Vox Populi e iG
Vox Populi

Gráfico com opinião dos entrevistados sobre aborto
A grande maioria dos brasileiros continua sendo contrária à legalização do aborto. De acordo com pesquisa do Instituto Vox Populi – encomendada pelo Portal iG – divulgada neste domingo, 5, 82% dos entrevistados são contra mudanças na normativa jurídica que regula o tema.
Do total de 2.200 pessoas entrevistadas, 1.760 acreditam que a legislação deve continuar da forma atual. Somente 14% dos entrevistados (308) são favoráveis à descriminalização da prática e 4% (88) não possuem uma opinião formada sobre o assunto ou não responderam.
Para o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, o resultado corresponde aos sentimentos dos brasileiros, não somente por causa da influência religiosa no país, mas por suas convicções éticas e morais a respeito da vida. “Este é um dado muito positivo. Mostra que muitas pessoas, mesmos as não religiosas, são sensíveis a este tema e acreditam que o ser humano não é um objeto que se possa expor”, salienta o cardeal.
Dom Odilo destaca ainda que a luta contra o aborto não é uma questão apenas religiosa, mas diz respeito a preservação dos direitos humanos, e a Igreja tem cumprido bem seu papel nesta luta. “Esse resultado nos anima a continuar nossos esforços para influênciar a cultura dos brasileiros em favor da vida e da ética”, enfatiza.
Mais que uma questão religiosa
As regiões Norte e Centro-Oeste concentram a maior taxa de pessoas que defendem a manutenção da prática na lista de crimes do Código Penal brasileiro – 89% do total. Já o Sudeste apresenta o menor índice, ainda assim elevado, onde 77% são contra a interrupção da gravidez.
A pesquisa também salientou que a defesa da descriminalização do aborto é mais perceptível na opinião de moradores de grandes cidades (19%) do que na de habitantes de pequenos municípios (9%).
O índice de rejeição à prática do aborto é maior entre eleitores com nível superior e alcança seu cume entre eleitores que se dizem religiosos (86% dos evangélicos são contrários). No entanto, não há mudanças substanciais nos quesitos gênero, idade ou renda.
Os altos patamares de rejeição à prática do aborto são os mesmos entre eleitores de Dilma e Serra (82%) e são constatados tanto entre eleitores religiosos quanto entre os que dizem não ter religião (78%), indicativo de que o tema não está necessariamente vinculado a sentimentos religiosos.
Para 72% das pessoas, o futuro governo da presidente Dilma Rousseff não deveria sequer propor alguma lei que descriminalize o aborto – a posição é compartilhada por católicos (73%), evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).
União homossexual e uso de drogas
O Vox Populi mostra que a união civil entre homossexuais não deveria ser permitida no País na opinião de 60% da população, contra 35% que defende esse direito.
A rejeição não afeta exclusivamente entrevistados que se declaram religiosos. 56% dos que afirmam não ter religião também se dizem contra a união civil entre gays, apesar de o maior índice ser constatado entre evangélicos: 78%.
A pesquisa também indicou que praticamente nove em cada dez brasileiros (87%) são contra a descriminalização do uso de drogas. A posição é compartilhada por pessoas pertencentes a diferentes religiões, idades, escolaridade e preferências políticas.
Leia mais
.: Bispos se unem em campanha de iniciativa popular pró-vida
.: Defesa da vida e da família é garantida em município brasileiro
Do total de 2.200 pessoas entrevistadas, 1.760 acreditam que a legislação deve continuar da forma atual. Somente 14% dos entrevistados (308) são favoráveis à descriminalização da prática e 4% (88) não possuem uma opinião formada sobre o assunto ou não responderam.
Para o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, o resultado corresponde aos sentimentos dos brasileiros, não somente por causa da influência religiosa no país, mas por suas convicções éticas e morais a respeito da vida. “Este é um dado muito positivo. Mostra que muitas pessoas, mesmos as não religiosas, são sensíveis a este tema e acreditam que o ser humano não é um objeto que se possa expor”, salienta o cardeal.
Dom Odilo destaca ainda que a luta contra o aborto não é uma questão apenas religiosa, mas diz respeito a preservação dos direitos humanos, e a Igreja tem cumprido bem seu papel nesta luta. “Esse resultado nos anima a continuar nossos esforços para influênciar a cultura dos brasileiros em favor da vida e da ética”, enfatiza.
Mais que uma questão religiosa
As regiões Norte e Centro-Oeste concentram a maior taxa de pessoas que defendem a manutenção da prática na lista de crimes do Código Penal brasileiro – 89% do total. Já o Sudeste apresenta o menor índice, ainda assim elevado, onde 77% são contra a interrupção da gravidez.
A pesquisa também salientou que a defesa da descriminalização do aborto é mais perceptível na opinião de moradores de grandes cidades (19%) do que na de habitantes de pequenos municípios (9%).
O índice de rejeição à prática do aborto é maior entre eleitores com nível superior e alcança seu cume entre eleitores que se dizem religiosos (86% dos evangélicos são contrários). No entanto, não há mudanças substanciais nos quesitos gênero, idade ou renda.
Os altos patamares de rejeição à prática do aborto são os mesmos entre eleitores de Dilma e Serra (82%) e são constatados tanto entre eleitores religiosos quanto entre os que dizem não ter religião (78%), indicativo de que o tema não está necessariamente vinculado a sentimentos religiosos.
Para 72% das pessoas, o futuro governo da presidente Dilma Rousseff não deveria sequer propor alguma lei que descriminalize o aborto – a posição é compartilhada por católicos (73%), evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).
União homossexual e uso de drogas
O Vox Populi mostra que a união civil entre homossexuais não deveria ser permitida no País na opinião de 60% da população, contra 35% que defende esse direito.
A rejeição não afeta exclusivamente entrevistados que se declaram religiosos. 56% dos que afirmam não ter religião também se dizem contra a união civil entre gays, apesar de o maior índice ser constatado entre evangélicos: 78%.
A pesquisa também indicou que praticamente nove em cada dez brasileiros (87%) são contra a descriminalização do uso de drogas. A posição é compartilhada por pessoas pertencentes a diferentes religiões, idades, escolaridade e preferências políticas.
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.: Defesa da vida e da família é garantida em município brasileiro
FORMAÇÃO

Missa, encontro com nosso Redentor
O Papa João Paulo II, em um discurso aos jovens, disse a seguinte frase: "Ir à Missa quer dizer ir ao Calvário, para nos encontrarmos com Ele, o nosso Redentor".
Por causa da diferença de fuso horário entre os países, sempre há Missas sendo celebradas ao longo do dia em alguma parte do mundo. Pela graça de Deus, a Eucaristia nunca deixa de ser celebrada. Realiza-se aqui na terra, oculto na pobreza do pão e vinho, aquilo que Jesus realiza no Céu.
Daí o valor maravilhoso da Eucaristia! Toda a nossa intercessão se une ao sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo! Parte do sacrifício da Santa Missa e se abre em horizontes cada vez maiores para as nossas necessidades, para as nossas comunidades, paróquias, dioceses. Ela atinge todo o mundo, toda a Igreja e toda a humanidade.
É sempre bom lembrar que não são apenas nossos cantos, nossos instrumentos, nossas procissões que dão valor à Celebração Eucarística. Sem dúvida, isso nos ajuda a entrar no seu mistério, mas o que dá valor a essa celebração é a Eucaristia: é a renovação incruenta, isto é, sem derramamento de Sangue, do único sacrifício redentor, acontecido no Calvário naquela tarde de sexta-feira.
Deus abençoe você!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Por causa da diferença de fuso horário entre os países, sempre há Missas sendo celebradas ao longo do dia em alguma parte do mundo. Pela graça de Deus, a Eucaristia nunca deixa de ser celebrada. Realiza-se aqui na terra, oculto na pobreza do pão e vinho, aquilo que Jesus realiza no Céu.
Daí o valor maravilhoso da Eucaristia! Toda a nossa intercessão se une ao sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo! Parte do sacrifício da Santa Missa e se abre em horizontes cada vez maiores para as nossas necessidades, para as nossas comunidades, paróquias, dioceses. Ela atinge todo o mundo, toda a Igreja e toda a humanidade.
É sempre bom lembrar que não são apenas nossos cantos, nossos instrumentos, nossas procissões que dão valor à Celebração Eucarística. Sem dúvida, isso nos ajuda a entrar no seu mistério, mas o que dá valor a essa celebração é a Eucaristia: é a renovação incruenta, isto é, sem derramamento de Sangue, do único sacrifício redentor, acontecido no Calvário naquela tarde de sexta-feira.
Deus abençoe você!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
PALAVRA DO PADRE FERNANDO
QUERIDOS PAROQUIANOS Cristo: Vida Nova Sempre
Queridos paroquianos e paroquianas,
Vivendo as festas de fim de ano somos convidados a buscar com mais afinco uma vida melhor. Não nos deixemos iludir pelo consumismo ou pseudo sentimentos que em nada nos remetem ao verdadeiro valor do Natal, que é : Acreditar na vida nova que podemos ter em Cristo, que não é um recomeçar, mas sim, atualizar o dom de Deus em Nós. No domingo após o natal a Igreja celebra a Sagrada Família de Nazaré, para nos conduzir a esta vida nova que , é claro, devemos viver em família.
Que Deus abençoe a todos e que , na Manifestação de Deus em Jesus, o Cristo ,possamos crescer e buscar uma vida nova...sempre nova.
Minha benção e incentivo.
Padre Fernando Batista de Campos
padrefernando@paroquiapiedade.com.br
www.paroquiapiedade.com.br
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LITURGIA DIÁRIA
Evangelho (Mateus 7,21.24-27)
Quinta-Feira, 2 de Dezembro de 2010
1ª Semana do Advento
A- A+
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha.
26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!”
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha.
26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!”
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Papa fala sobre matrimônio, família, fé, política e fraternidade
Leonardo Meira
Da Redação, com informações do Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé
L'Osservatore Romano

Papa reafirmou posição da Igreja em defesa dos valores do matrimônio e família, bem como a relação entre fé e política e o conceito de fraternidade
Bento XVI recebeu em audiência o novo embaixador da Hungria junto à Santa Sé, Gábor Győriványi, por ocasião da apresentação das Cartas Credenciais, às 11h (em Roma – 8h no horário de Brasília) desta quinta-feira, 2.
"O matrimônio e a família constituem um fundamento decisivo para um sadio desenvolvimento da sociedade civil, dos Países e dos povos. [...] Todos nós sabemos o quanto o matrimônio e a família estão em risco hoje – por um lado, devido à erosão dos seus valores mais íntimos de estabilidade e indissolubilidade, ocasionada por uma crescente liberalização do direito do divórcio e do costume, sempre mais difundido, da convivência entre homem e mulher sem a forma jurídica e a proteção do matrimônio; por outro, devido aos diversos gêneros de união que não possuem nenhum fundamento na história da cultura e do direito na Europa", afirmou.
O Pontífice também expressou que a Igreja não pode aprovar iniciativas legislativas que impliquem numa valorização de modelos alternativos de vida conjugal e de família. "Essas contribuem para o enfraquecimento dos princípios do direito natural e, assim, à relativização da legislação como um todo, assim como da consciência dos valores na sociedade".
As relações diplomáticas entre os dois países foram retomadas em 1990, após cerca de 45 anos do regime comunista que vigorou naquela nação. "Nutro a esperança de que as profundas feridas daquela visão materialista do homem [...] possam continuar a serem curadas em um clima de paz, liberdade e respeito pela dignidade do homem", indicou Bento XVI.
Fé e política
O Santo Padre afirmou que a fé católica faz parte dos pilares fundamentais da Hungria, com raízes que se referem ainda ao ano 1000, quando o príncipe Stefano recebeu a coroa real enviada pelo Papa Silvestre II.
Ao propor as virtudes humanas, piedade pessoal e senso de justiça de Stefano como modelo também para quem recebe atualmente o encargo de governo ou responsabilidades semelhantes, o Papa falou sobre a relação entre fé e política:
"Certamente não se espera do Estado que imponha uma determinada religião; esse deveria, antes de tudo, garantir a liberdade de confessar e praticar a fé. Todavia, política e fé cristã se tocam. Certamente a fé tem a sua específica natureza enquanto encontro com o Deus vivo, que nos abre novos horizontes para além do âmbito da própria religião. Mas, ao mesmo tempo, é uma força purificadora para a razão mesma, permitindo-lhe desenvolver melhor a sua missão e ver melhor aquilo que lhe é próprio. Não se trata de impor normas ou modos de comportamento àqueles que não compartilham da mesma fé. Trata-se simplesmente da purificação da razão, que quer ajudar a garantir que o que é bom e justo pode, aqui e agora, ser reconhecido e realizado (cfr. Encíclica Deus caritas est, 28).
Fraternidade
Por fim, o Sucessor de Pedro explicou que a razão é capaz de garantir a igualdade entre os homens e estabelecer uma convivência cívica, mas não consegue, enfim, estabelecer a fraternidade.
"[A fraternidade] tem origem em uma vocação sobrenatural de Deus, que criou os homens por amor e nos ensinou por meio de Jesus Cristo o que seja a fraternidade. A fraternidade é, em certo sentido, o outro lado da liberdade e da igualdade. Abre o homem ao altruísmo, ao senso cívico, à atenção pelo outro. A pessoa humana, de fato, encontra a si mesmo somente quando supera a mentalidade centrada sobre as próprias pretensões e se projeta na atitude do dom gratuito e da solidariedade autêntica, que responde muito melhor à sua vocação comunitária".
"O matrimônio e a família constituem um fundamento decisivo para um sadio desenvolvimento da sociedade civil, dos Países e dos povos. [...] Todos nós sabemos o quanto o matrimônio e a família estão em risco hoje – por um lado, devido à erosão dos seus valores mais íntimos de estabilidade e indissolubilidade, ocasionada por uma crescente liberalização do direito do divórcio e do costume, sempre mais difundido, da convivência entre homem e mulher sem a forma jurídica e a proteção do matrimônio; por outro, devido aos diversos gêneros de união que não possuem nenhum fundamento na história da cultura e do direito na Europa", afirmou.
O Pontífice também expressou que a Igreja não pode aprovar iniciativas legislativas que impliquem numa valorização de modelos alternativos de vida conjugal e de família. "Essas contribuem para o enfraquecimento dos princípios do direito natural e, assim, à relativização da legislação como um todo, assim como da consciência dos valores na sociedade".
As relações diplomáticas entre os dois países foram retomadas em 1990, após cerca de 45 anos do regime comunista que vigorou naquela nação. "Nutro a esperança de que as profundas feridas daquela visão materialista do homem [...] possam continuar a serem curadas em um clima de paz, liberdade e respeito pela dignidade do homem", indicou Bento XVI.
Fé e política
O Santo Padre afirmou que a fé católica faz parte dos pilares fundamentais da Hungria, com raízes que se referem ainda ao ano 1000, quando o príncipe Stefano recebeu a coroa real enviada pelo Papa Silvestre II.
Ao propor as virtudes humanas, piedade pessoal e senso de justiça de Stefano como modelo também para quem recebe atualmente o encargo de governo ou responsabilidades semelhantes, o Papa falou sobre a relação entre fé e política:
"Certamente não se espera do Estado que imponha uma determinada religião; esse deveria, antes de tudo, garantir a liberdade de confessar e praticar a fé. Todavia, política e fé cristã se tocam. Certamente a fé tem a sua específica natureza enquanto encontro com o Deus vivo, que nos abre novos horizontes para além do âmbito da própria religião. Mas, ao mesmo tempo, é uma força purificadora para a razão mesma, permitindo-lhe desenvolver melhor a sua missão e ver melhor aquilo que lhe é próprio. Não se trata de impor normas ou modos de comportamento àqueles que não compartilham da mesma fé. Trata-se simplesmente da purificação da razão, que quer ajudar a garantir que o que é bom e justo pode, aqui e agora, ser reconhecido e realizado (cfr. Encíclica Deus caritas est, 28).
Fraternidade
Por fim, o Sucessor de Pedro explicou que a razão é capaz de garantir a igualdade entre os homens e estabelecer uma convivência cívica, mas não consegue, enfim, estabelecer a fraternidade.
"[A fraternidade] tem origem em uma vocação sobrenatural de Deus, que criou os homens por amor e nos ensinou por meio de Jesus Cristo o que seja a fraternidade. A fraternidade é, em certo sentido, o outro lado da liberdade e da igualdade. Abre o homem ao altruísmo, ao senso cívico, à atenção pelo outro. A pessoa humana, de fato, encontra a si mesmo somente quando supera a mentalidade centrada sobre as próprias pretensões e se projeta na atitude do dom gratuito e da solidariedade autêntica, que responde muito melhor à sua vocação comunitária".
FORMAÇÃO
O purgatório existe?
Os católicos acreditam, mas a Bíblia não fala dele
Os católicos acreditam na existência do purgatório, mas a Bíblia não fala dele. É verdade que na Sagrada Escritura não se encontra a palavra “purgatório”, como também não achamos nela as palavras “sacramento da confissão”, “Eucaristia” e “Crisma”. No entanto, a Bíblia descreve situações, estados ou lugares que se identificam com a ideia de purgatório.
Em II Macabeus 12,43-46 lemos: “Judas, tendo feito uma coleta, mandou duas mil dracmas e prata a Jerusalém, para se oferecer um sacrifício pelo pecado. Obra bela e santa, inspirada pela crença na ressurreição… Santo e salutar pensamento de orar pelos mortos. Eis porque ele ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres de seus pecados”. Ora, ser livre de seus pecados, depois da morte, pelo sacrifício expiatório, indica claramente a existência do purgatório.
Alguns biblistas percebem a confirmação do purgatório nas palavras de Jesus em Mateus 5,25-26: “Põe-te depressa de acordo com o teu adversário, enquanto estás ainda em caminho (da vida) com ele; a fim de que teu adversário não te entregue ao juiz, e o juiz ao guarda, e sejas metido na prisão. Em verdade te digo: Não sairás de lá, enquanto não pagares até o último centavo”. É claro que Jesus fala do justo juizo divino, depois da morte. Ora, sair dessa prisão depois da morte, depois de ter pago o último centavo (seja pelo sofrimento, seja pelas orações e expiações dos vivos) pode acontecer só no purgatório.
Outra alusão à existência do purgatório encontramos em I Coríntios 3,12-15: “[…] Aquele, cuja obra (de ouro, prata, pedras preciosas) sobre o alicerce resistir, esse receberá a sua paga, aquele, pelo contrário, cuja obra, (de madeira, feno, ou palha ), for queimada, esse há de sofrer o prejuízo; ele próprio, porém, poderá salvar-se, mas como que através do fogo.” Também aqui a Tradição Apostólica entendia fogo do purgatório.
Entre testemunhas cristãs dos primeiros séculos, escreve Tertuliano: “A esposa roga pela alma de seu esposo e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágios todos os dias aniversários de sua morte” (De Monogamia, 10).
Padre Anderson Marçal
http://blog.cancaonova.com/padreanderson/2010/10/25/o-purgat
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